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É o relacionar-se que promove a individuação.
A grande questão aqui é que se nós nascemos
com temperamento e um jeito particular de ser, sentir, agir, pensar,
nos relacionar.... e se esse temperamento não é acolhido
por nossos pais e pelo ambiente, nós nos afastamos do que
nós temos de melhor e mais precioso: SERMOS NÓS MESMOS.
Com isso nos aproximamos mais e mais a vivermos presos em papéis
que aprendemos a desempenhar, com o único e exclusivo objetivo
de nos sentirmos amados. E acabamos nos tornando vítimas
desses papéis, por acreditar que não seremos aceitos
de outra maneira, já que não fomos aceitos pelos pais.
E a vida do corpo fica restrita e encapsulando o verdadeiro ser.
Descobrir o seu jeito próprio de fazer as coisas e de viver,
em trânsitos, com você mesmo e com outras pessoas, é
individualizar-se, é pessoalizar-se, responsabilizando-se
pelo seu destino. Acreditar no próprio potencial, ter determinação
e dedicação é conseguir se realizar. Enfrentar
um desafio exige preparo físico e mental, mas principalmente
dedicação e estar bem consigo mesmo, tanto no aspecto
psicológico quanto espiritual.
As pessoas são capazes de atrair para si mesmas coisas boas
ou ruins dependendo de sua disposição mental, é
a conhecida "lei da atração". Tudo o que
acontece na sua vida é você quem atrai. E a atração
se dá pelas imagens que você carrega na mente. É
o que você está pensando. Aquilo que está na
sua mente é o que você atrai para si.
Existem seis regras básicas para elevar a auto-estima e ganhar
confiança de maneira permanente. Elas funcionam a partir
do momento em que se decide identificar as crenças negativas
e se trabalha continuamente para modificá-las. As regras
são as seguintes:
- Examinar o passado. Esse é um passo crucial para elevar
a auto-estima. Ao fazer essa retrospectiva, é possível
perceber que alguns erros do passado podem ser corrigidos e outros
não. Ao deparar com o que não pode ser mudado, o melhor
a fazer é aceitar a situação, esquecer esses
erros e se concentrar apenas no que pode ser melhorado.
- Achar um meio-termo. Quem sofre de baixa auto-estima costuma seguir
a linha de pensamento do "tudo ou nada", ou seja: se uma
tarefa realizada não saiu perfeita, foi um tremendo fiasco.
Há uma grande diferença entre dizer "Eu fracassei
três vezes" e "Eu sou um fracasso". É
preciso se esforçar para encontrar um meio-termo. Uma tarefa
que não saiu perfeita dessa vez pode ser melhorada no futuro.
- Dar um sentido à vida. As pessoas que dão um sentido
à vida, prestando serviços comunitários ou
investindo numa segunda carreira, se sentem mais satisfeitas consigo
mesmas e apresentam auto-estima elevada e estável.
- Focar os aspectos positivos. A pessoa que sofre de baixa auto-estima
tende a concentrar sua atenção apenas nos aspectos
negativos de determinada situação. Se o chefe menciona
os pontos fortes e fracos de um projeto apresentado, por exemplo,
ela vai lembrar e remoer apenas as críticas, ignorando os
elogios. Ao se concentrar nos pontos positivos, a percepção
do indivíduo sobre a mesma situação muda para
melhor.
- Comentar com a família e os amigos as realizações
positivas. Um estudo publicado no Journal of Personality and Social
Psychology, da Associação Americana de Psicologia,
concluiu que alardear o próprio sucesso ajuda a reforçar
a autoconfiança e a elevar a auto-estima e neutraliza os
pensamentos de autodepreciação.
Se todos os títulos de auto-ajuda fossem colocados em uma
centrífuga, o conselho fundamental que daí resultaria
seria: goste de você, tenha confiança em si mesmo,
acredite em sua capacidade. Em resumo: preserve sua auto-estima.
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