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F.E.D. sofria de asma desde os 7 anos de idade e usava bombinhas
diariamente. Quando chegou ao consultório, com 44 anos,
parecia ser um dos casos impossíveis de se resolver.
Iniciado o tratamento, tivemos que ter paciência e
confiança um no outro, porque uma doença que
está instalada a mais de trinta anos não se
cura de uma hora para a outra.
Durante
um tempo ele oscilou períodos de melhora com crises.
Estava difícil curá-lo completamente, no entanto
continuamos o tratamento com medicação sem descuidar
da questão energética.
Quase dois anos após o início do tratamento
F.E.D. começou a expectorar catarro, sinal de que a
doença estava saindo. Daí para a frente ele
melhorou sem parar até o dia em que recebi um e-mail
dele dizendo que estava nos Estados Unidos brincando na neve
e andando de bicicleta. Ele nunca mais usou bombinha.
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