DEPRESSÃO


Uma das queixas mais comuns nos nossos dias é a depressão.
As pessoas parecem estar perdendo a alegria de viver. Não faltam agentes externos para serem culpados: a violência, a crise econômica, as dificuldades da vida, a falta de tempo, de amor, de diversão, de amigos etc.

Estudos neuro-endócrinos têm buscado a química da depressão, isto é, os elementos orgânicos que em excesso ou em falta causam seus sintomas tão arrasadores.

Teorias psicológicas tentam buscar no passado, as causas da depressão.

A pessoa deprimida, apresenta uma grande tristeza, não acha graça em nada, nada lhe parece bom. Sofre muito pois, para ela, o mundo inteiro é cinza.

Diante deste quadro, não desmerecendo todas as teorias que pretendem explicar e oferecer ajuda, um pensamento lógico salta à mente: Quando tudo que vemos parece ruim, talvez seja hora de mudarmos o jeito de olhar.

Porém, nem sempre a pessoa consegue fazer, sozinha, esta mudança de foco pois está em desequilíbrio. Para ter a possibilidade de novos olhares que a conduzam para fora da depressão, é preciso reencontrar o equilíbrio perdido.

É nisto que a homeopatia acredita e é neste sentido que ela trabalha. Conhecendo bem o paciente, através de consultas minuciosas, o homeopata busca um medicamento cujo estímulo energético seja capaz de colocar a energia vital do paciente em uma pulsação mais harmoniosa.

Então, uma série de transformações começam a ocorrer na instância física, psíquica e emocional deste paciente. O indivíduo, reequilibrado como um todo, faz (no seu ritmo próprio e a seu tempo) um processo que chamamos de re-subjetivação. Isto é, não muda o mundo, muda ele. E, voi lá, tudo muda.

Parece complexo? É muito simples. Os olhos só vêem do que está cheio o coração!