HIPERTENSÃO

Conhecida também pressão alta, a doença corresponde à elevação da pressão arterial para números acima dos valores considerados normais.

A Hipertensão é uma doença cujo diagnóstico é fácil e o tratamento não depende de grandes tecnologias, mas apenas do envolvimento e compromisso de médicos e pacientes. Apesar disso, a dificuldade de tratamento exerce grande impacto nos índices de mortalidade e incapacidade.

Mas, afinal, o que significa esse mal?

Para começar, vamos entender o básico: o coração bombeia o sangue para os demais órgãos do corpo por meio de vasos de maior calibre chamados artérias. Quando o sangue é bombeado, ele é 'empurrado' contra a parede dos vasos sangüíneos. A tensão gerada na parede das artérias é dominada pressão arterial. Essa pressão está sujeira a uma série de variações: fatores de estresse físico e mental (tecnicamente chamados neurohumorais), comportamentais e ambientas.

A hipertensão arterial ou pressão alta é a elevação da pressão arterial para números acima dos valores considerado normais (maior ou igual a 149/90 mmHg). Estes índices podem causar lesões em diferentes órgãos como cérebro, coração, rins e olhos.
Quando a pressão arterial é medida, dois números são registrados. O maior, chamado pressão arterial sistólica, é a pressão do sangue nos vasos quando o coração se contrai para impulsionar o sangue para o resto do corpo. O menor, chamado pressão diastólica, é a pressão do sangue nos vasos quando o coração encontra-se na fase de relaxamento (diástole).

O sinal vermelho dispara depois que o esfigmomanômetro (aparelho específico utilizado em consultas rotineiras) registra uma pressão igual ou acima da máxima recomendada pela Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), ou seja, 140 mmHg (milímetros de mercúrio) por 90 mmHg - ou 14 por 9 na linguagem comum. Nessa hora, a dificuldade dos médicos é convencer o paciente de que irá precisar de tratamento.

O que torna a pressão alta tão perigosa é a dificuldade em se reconhecer sua causa, principalmente porque mais de um fator pode estar envolvido no mau funcionamento do sistema de irrigação sangüínea. Em mais de 90% dos casos, o distúrbio está relacionado de uma só vez à herança genética, má alimentação (abuso de sal e gordura), consumo excessivo de álcool, tabagismo e peso extra. Por isso se manifesta geralmente na fase adulta e, dependendo do grau de elevação e do empenho do doente, para ter uma saúde mais equilibrada, pode regredir com adoção de melhores hábitos.


Causas

Não se sabe exatamente como, mas fatores genéticos que atuam nos rins ou no cérebro ou mecanismos que regulam a pressão arterial provocam o estreitamento dos vasos. As arteríolas se fecham e a pressão arterial se eleva. Diversos são os mecanismos que podem explicar por que elas se fecham. A causa pode ser nervosa ou neural - as arteríolas possuem enervação e recebem impulsos elétricos que fecham o vaso. Pode também ser hormonal - os hormônios, como a angiotensina e o vasopressina, entre outros, provocam o fechamento dos vasos.

O ganho de peso interfere em diversos mecanismos. Um dos mais importantes é o sistema nervoso simpático que, entre outras funções, controla a dilatação e a constrição dos vasos. Existem fatores da obesidade que estimulam esse sistema, fazendo com que os vasos se fechem mais e os rins retenham mais água. Vasos mais estreitos e sobrepeso são razões que favorecem a elevação da pressão arterial. Sob coordenação do sistema nervoso simpático, que libera os hormônios e desencadeia a reação orgânica ao estresse, as artérias se contraem e o sangue é dirigido para os músculos porque a pessoa precisa ter reações rápidas. Todos os fatores de risco agem diretamente sobre essa estrutura, também chamada de visceral por localizar-se entre os tecidos, em um complexo sistema de ramificações nervosas.


Proposta de Tratamento da Clínica Marta Tornavoi

Dentro da visão global do ser, nosso tratamento busca harmonizar o emocional, as funções fisiológicas e a condição bioquímica do organismo. Para tal, a Dra Marta Tornavoi lança mão de trabalhos om homeopatia e cromoterapia, associadas à
oromolecuar e à fitoterapia. Ela,também, prescreve uma alimentação para o paciente no sentido da perda de peso e da manutenção da saúde. Orienta sobre hábitos de vida numa composição terapeutica individualizada para as
necessidades de cada pessoa.