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O
mês de Maio é dedicado as mães, a
Clínica Marta Tornavoi faz uma homenagem a todas
as mães, com muito carinho.
"Para
ser mãe é necessário somente
ser mulher. É da própria natureza feminina
ser o bom conselho de quem vive um mau momento, ou
a força que leva o projeto adiante.
Mulheres são mães e ponto. E prontas.
Porque a maternidade não está no ventre.
Está nos olhos, nas palavras, nas mãos.
E mulheres são eternamente mães."
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Gravidez não planejada, conflitos conjugais, dificuldade
de lidar com as mudanças no corpo e medo de não
conseguir cuidar de uma criança, de sofrer um aborto
ou de o bebê nascer com má-formação
podem desencadear um quadro que vai além das mudanças
normais dessa fase, como aumento da sensibilidade e sonolência.
Vamos falar em nosso informativo da Depressão que
atinge mulheres nas fases da gravidez e pós-parto.
Para conhecer os demais tratamentos que nossa Clínica
oferece, acesse:
www.martatornavoi.com
ou se preferir entre em contato no endereço e telefone
acima.
Um abraço,
Marta Tornavoi
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O diagnóstico de depressão tem aumentado na
população em geral e com isso os problemas relacionados
aos tratamentos antidepressivos também são maiores.
Um dos dilemas que enfrenta o clínico nessas questões,
é quando a paciente apresenta depressão e engravida,
já está grávida ou amamentando. |
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A condição da relação
do casal pode influenciar? |
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Sim, as mudanças
hormonais atingem todas as mulheres causando reviravolta de
sentimentos e emoções e, algumas sentem os seus
efeitos mais que outras. As mulheres que não estam
indo muito bem no relacionamento são as mais atingidas. |
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Existe a possibilidade de alguns sintomas não serem
de depressão pós-parto? |
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Claro,
é preciso tomar cuidado para não confundir o
diagnóstico. Nos primeiros dias após o nascimento
do bebê, é muito comum a mulher ficar um pouco
chorosa, irritada, insegura e com o sono alterado. Essa situação,
conhecida como "baby blues", não configura
depressão clínica. Por isso é muito importante
a consulta médica. |
Caso tenha mais dúvidas entre em contato com nossa
Clínica, responderemos com prazer! |
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A mulher fica mais sensível depois do parto.
Isso acontece com a maioria.
Os
sintomas variam de leves a graves
Eles são inúmeros e podem se iniciar
com choro sem motivo, irritabilidade, intolerância
ao marido e familiares, insônia, inapetência,
agressividade, passividade e, em casos extremos, tendências
suicidas.
Sempre
há necessidade de tratamento.
Os casos mais leves podem regredir espontaneamente, mas
é aconselhável buscar alguma forma de tratamento
especializado, que varia de pessoa para pessoa.
A mulher corre o risco de perder
o controle da situação.
É uma possibilidade,
mas apenas nos quadros mais graves. Há relatos de
mulheres que não conseguiram enfrentar o problema,
necessitando de medicação potente e até
internação.
O apoio familiar é essencial.
o papel da família é tranqüilizar a nova
mamãe, assegurando que a fase "estranha"
é transitória. Também podem oferecer
ajuda com os cuidados ao bebê para que ela própria
consiga relaxar e entender melhor o que se passa em sua
cabeça e em seu coração.
A mulher que passou pela depressão
pós-parto na primeira gestação tem
maiores chances de apresentá-la na segunda.
Por isso, é essencial
conversar abertamente com o obstetra que acompanha a gravidez,
relatando todo o histórico pessoal. Pode-se, a partir
daí, buscar tratamento preventivo.
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