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Este estado
de baixa energética é exatamente a prévia da
doença. Isto é, se o organismo chegou a expressar
este quadro de desenergização é por que ele
já gastou suas reservas tentando se recuperar e, sozinho,
não conseguiu.
É uma
situação com a qual as pessoas acabam se acostumando
apesar do incômodo subjacente que é o grito do organismo
- muitas vezes não ouvido.
Ao invés de ouvirem o clamor do corpo dizendo que precisa
de cuidado as pessoas, em sua maioria, optam por saídas mais
imediatas: Tomam mais café para ficarem acordadas, usam analgésicos
e estimulantes de toda a natureza. Estas atitudes acabam por piorarem
ainda mais as coisas e um dia a doença inexoravelmente aparece.
Por isso, não devemos nunca deixar de dar a devida importância
para este estado de desenergização física e
psíquica que é, como eu já disse, a raiz da
enfermidade.
Se nada for feito para que o organismo retome seu funcionamento
harmonioso, o desequilíbrio vai se aprofundando, vencendo
as barreiras fisiológicas de auto -preservação
e então, o corpo adoece. Infelizmente, só assim as
pessoas acreditam que estão verdadeiramente doentes. No entanto,
se soubermos ouvir e responder ao apelo do corpo quando os sinais
ainda não atingiram sua estrutura material e tratarmos de
uma maneira adequada, dificilmente adoeceremos de forma grave.
Porém, assim
como o desequilíbrio, o reequilibrio orgânico é
multifatorial. É de extrema importância (e nunca me canso
de repetir) a busca por hábitos saudáveis de vida tais
como: alimentação equilibrada, sono de boa qualidade
e na quantidade suficiente, exercícios físicos adequados,
prática da meditação e postura otimista diante
da vida.
A busca de abordagens terapêuticas naturais que não sejam
ainda mais agressivas para o organismo é fundamental pois que
um organismo sofrido não deve despender energia tentando se
livrar de medicações químicas fortes. Quem nunca
experimentou a homeopatia e a fitoterapia não imagina como
são de grande auxílio para o reequilíbrio global,
pois não combatem somente a doença mas reorganizam o
indivíduo como um todo trazendo bem estar físico e emocional.
Não é incomum eu ouvir de meus pacientes: "Eu estava
tão mal e não sabia. Só agora que recuperei meu
bem estar, eu noto a diferença".
Não deveríamos jamais negligenciar o nosso auto-cuidado.
Ele é um dos conhecimentos mais preciosos que podemos adquirir
e o melhor presente que podemos nos dar.
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