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Revistas especializadas se reproduzem às dezenas...Apesar
de tudo isso, nunca houve tantos obesos no planeta.
Não
é uma contradição??!!
Esta
contradição tem resposta no fato de que os estudos
e tratamentos propostos estão focados nos alimentos: Quantas
calorias têm, se combinam ou não, se aumentam o apetite
ou tiram a fome, se ajudam na construção de músculos,
se são mais energético sou menos, etc.
A
ciência dos alimentos é importantíssima, porém,
onde fica o ser humano no meio dessa parafernalha toda?? Ninguém
fala.
No
entanto, é nele que está a chave que resolve esta
contradição. Como? Simples.
A
comida não tem só um valor nutricional, mas simbólico
e afetivo. Isto significa que as pessoas não comem só
para se alimentar mas também para nutrir seu afetos.
Come-se
por ansiedade, por desamparo, por solidão, por nervoso, por
raiva, medo, etc Quem nunca devorou uma torta de chocolate inteira
quando levou um fora da pessoa amada? Ou comprou um sorvete enorme
quando não passou no exame? Os exemplos são inúmeros
pois a comida é o mais comum dos mecanismos de compensação
para frustrações.
Assim,
quando se pretende emagrecer não adianta só pensar
na comida ou na dieta. É preciso pensar, sobretudo, em quem
come.
Se
a pessoa não estiver em equilíbrio e apta para vivenciar
tristezas e contrariedades de uma maneira mais harmoniosa, ela vai
quebrar o regime. Esse enredo é o grande responsável
pelo famoso efeito sanfona. Emagrece, engorda, emagrece, engorda......
Por isso, para além da reeducação alimentar,
é preciso um reequilíbrio global do indivíduo,
senão as dietas estão fadadas ao fracasso.
Esta
é a abordagem proposta pela homeopatia. Construir uma nova
relação com a comida através de um estado de
maior harmonia física e emocional.
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