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É preciso
buscar orientação e ajuda de um profissional especializado
para elaborar um tratamento que vise não somente a reedução
alimentar, mas o reequilíbrio global da criança.
Assim como nos adultos, a obesidade nas crianças e adolescentes
tem sempre questões emocionais a serem observadas: ansiedade,
medo, baixa auto-estima, entre outros fatores, que precisam ser
tratados, caso contrário os problemas tendem a se tornar
crônicos, naquele eterno efeito sanfona: emagrece... engorda...
emagrece... engorda..., numa luta sem fim contra a balança.
É importante que o tratamento seja o mais natural possível,
pois as crianças, em desenvolvimento, são especialmente
prejudicadas por drogas moderadoras de apetite e emagrecedoras,
cujas químicas mais intoxicam do que ajudam. É preciso
garantir a saúde antes de tudo.
Minha experiência clínica tem demonstrado que a reeducação
alimentar, associada à ortomolecular, à fitoterapia
e ao reequilíbrio global, com medicações homeopáticas,
produzem resultados excelentes no emagrecimento de crianças
e de adolescentes.
Com essas terapias, as crianças emagrecem de forma natural,
sem efeitos colaterais indesejáveis trazendo benefícios
à saúde de uma forma geral.
Deve haver um acompanhamento também no período de
manutenção, pois o importante é que a criança
e o jovem aprendam a comer e permaneçam magros.
A obesidade infantil é um problema sério, afeta não
apenas a parte estética, mas pode comprometer para sempre
o emocional e a auto-estima da criança tornado-a um adulto
infeliz.
Pais, professores e amigos devem se comprometer a ajudar crianças
e adolescentes com sobrepeso.
Um bom tratamento e medidas relativamente simples podem transformar
a vida da criança e de toda a família tornando tudo
mais agradável, saudável e feliz.
Dra. Marta Tornavoi
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