SÍNDROME DO PÂNICO


De uma forma abrangente, o pânico assemelha-se a um ataque de ansiedade neurótica, um mal característicos dos grandes centros urbanos e, ao contrário das fobias, manifesta-se em qualquer idade.

Caracteriza-se por crises repetitivas e súbitas de medo com múltiplos sintomas e hiperatividade autonômica (manifestações comandadas pelo sistema nervoso autônomo: taquicardia, boca seca, tremor, etc).

Os pacientes, durante ataques de pânico, têm sensação de mal estar e perigo iminente, resultando insegurança, ansiedade e comportamento de fuga. Os sintomas descritos como os que sempre acompanham o pânico são: dispnéia (falta de ar) ou sensação de sufocação, tonturas ou vertigens, desequilíbrio, pernas bambas ou moles, palpitações ou taquicardia, hipertensão leve, sudorese, tremores, ondas de frio ou calor, náuseas ou vômitos, dores no peito, parestesias e em alguns pacientes urgência miccional ou diarréia.


Os especialistas tratam o pânico orientados pelos sintomas fisiológicos, embora o medo repentino seja mais subjetivo do que real e os sedativos não constituam a cura total. As mesmas características de um ataque de pânico, por mais invariáveis e repetidas que sejam, revelam uma natureza de várias faces e de difícil controle terapêutico.

Agorafobia

Em um estágio superior o paciente passa a evitar situações ou ambientes nos quais poderia vir a ter o ataque de pânico, o que reduz a ansiedade antecipatória, porém gera dependência, alteração na dinâmica familiar, incapacitação social e vocacional e sentimentos de desmoralização. Este é o quadro da agorafobia que, neste contexto, indica o medo de ter ataque de pânico em lugares públicos.

Como curar o pânico

Para curar o pânico se recorre, normalmente, agrave; psicoterapia associada a medicamentos, como um método de resolver o problema de forma mais harmoniosa. Como em tantos outros distúrbios, os especialistas afirmam que a prevenção é essencial e quanto antes se iniciar o tratamento do paciente, melhor.

Há alguns terapeutas que propõem a formação de equipes interdisciplinares para o tratamento do pânico. Essa equipe [médicos, sociólogos, sanitaristas] agiria conjuntamente para aliviar os efeitos patológicos produzidos pela vida nas grandes cidades e pelo estresse provocado por excesso de trabalho.

A Clínica Marta Tornavoi trata a Síndrome do Pânico com a utilização de medicações naturais sem precisar do uso de antidepressivos, e vem obtendo êxito nos resultados dos tratamentos.